O copywriting é uma técnica de redação e produção de textos. Quando é complementado com gatilhos mentais é muito eficiente, para atrair clientes. Isso não é para menos: se bem aplicada, ela pode trazer resultados bem interessantes e aumentar muito o número de conversões.

No entanto, para que o teu “copy” seja bem-sucedid0, não basta só saber escrever bem: é preciso entender um dos seus fundamentos principais, os gatilhos mentais.

Isso quer dizer que se eu os conhecer já posso escrever uma copy? Sim e não, pois existem outras competências que fazem um copywriting ser o que é. No entanto, conhecer os gatilhos mentais já é um ótimo primeiro passo para quem quer ter sucesso na sua estratégia.

A seguir, vamos apresentar o que eles são e dar alguns exemplos. Confira!

O que são gatilhos mentais?

Os estímulos responsáveis por fazer com que o nosso cérebro tome alguma decisão são chamados de gatilhos mentais. Apesar de serem ótimos em fazer isso, não são apenas os textos que podem ativá-los: eles têm diversas origens, que incluem até mesmo outras pessoas.

O que acontece é que, durante o dia a dia, o nosso cérebro precisa tomar muitas decisões, o que acaba por sobrecarregá-lo. Assim, quanto menos decisões conscientes tivermos que tomar, melhor. Por isso, há muitas coisas que são feitas no automático.

Os gatilhos entram com uma forma de aliviar esse trabalho para a nossa mente, funcionando como um auxiliar na tomada de decisões. Portanto, utilizá-los é uma estratégia muito poderosa para conseguir influenciar o cliente a fazer aquilo que queremos, apenas com algumas técnicas.

Qual é a sua importância?

Como parte da estratégia de copywriting, os gatilhos mentais são aliados para fazer mais do que atrair.

Boa parte do objetivo do marketing, em um primeiro momento, está na atração. No entanto, isso não adianta em nada se a atração não for convertida em vendas. Nesse aspecto, um texto copy é uma forma mais direta de o conteúdo conseguir esse resultado.

Os gatilhos mentais conseguem influenciar o leitor. Eles provocam sensações, trazem problemas que precisam de soluções — soluções que estão, muitas vezes, no produto ou serviço oferecido.

Sendo assim, a importância dos gatilhos mentais está justamente em conseguir persuadir e levar o consumidor a tomar uma decisão.

Por oferecer essa possibilidade, porém, eles representam uma poderosa ferramenta e devem ser usados com sabedoria. A ideia é, sim, induzir o leitor, mas não usar as técnicas para enganá-lo.

Exemplos de gatilhos mentais

Separamos, neste tópico, alguns exemplos de gatilhos mentais para você entender como eles funcionam na prática. Confira!

Escassez

Dar valor depois que perdeu é, infelizmente, um comportamento humano muito comum — e é disso que se trata a escassez para copywriting. A ideia é trabalhar a noção de que, a qualquer momento, o produto ou serviço pode faltar, ativando o senso de urgência do consumidor.

Pode não parecer, mas isso causa a sensação inconsciente de que é preciso tomar a decisão logo, antes que algo acabe. Acreditamos muito neste gatilho aqui na Pontodesign. Parece meio óbvio, mas usamos pois ele provoca a necessidade de conquistar algo de valor, já que é limitado ou está prestes a acabar.

A Amazon é especialista em utilizar isso: observe como, em suas páginas de produtos físicos, eles sempre disponibilizam a quantidade restante em estoque.

Urgência

Para entender como esse gatilho funciona, é preciso compreender outro comportamento comum nosso: a procrastinação. É comum demoramos a decidir quando sabemos que teremos mais tempo.

Assim, utilizar a urgência é justamente uma forma de pressionar alguém, indiretamente, a agir rapidamente.

Alguns exemplos de gatilhos de urgência que propomos para nossos clientes incluem ofertas válidas por um determinado período de tempo. Também são gatilhos frequente lançamento de produtos e serviços limitados, ou benefícios que não serão mais oferecidos depois de um certo tempo.

Prova social

Esse gatilho representa o quanto o seu produto é valioso para as pessoas. Se há consumidores falando bem do que você oferece, então existe prova social.

Assim, mostrar pessoas utilizando aquilo que a sua empresa produz é uma boa estratégia. Isso funciona porque temos uma tendência em concordar com a maioria — isso é uma característica humana.

Nesse momento, você deve estar se perguntando como colocar essa técnica em prática. Bem, aqui vão alguns exemplos:

  • “Muitas pessoas têm me perguntado…”
  • “Cadastre-se agora em nosso curso e faça parte de mais de 2000 alunos que…”

Novidade

A novidade é uma ótima oportunidade de despertar a curiosidade e o interesse nas pessoas. Esse gatilho não tem um efeito apenas teórico, a influência é química: quando encontramos algo novo e interessante, nosso corpo produz dopamina. Esse hormônio é um dos responsáveis pela sensação de recompensa e prazer.

Então de que forma usar isso? Apresentar a novidade é um bom começo.

Algumas empresas são mestres em usar esse momento para provocar reações emocionais em seu público. Esse é o caso da Apple: repare como todo ano eles fazem algum lançamento. Há sempre uma nova versão de iPhone ou MacBook, mesmo que as mudanças sejam mínimas. Isso é uma forma de aplicar esse gatilho.

Reciprocidade

A reciprocidade, quando está presente no copywriting é mais um dos gatilhos mentais que trabalham muito com nossos padrões de comportamento. Nós temos a tendência a ser positivos em relação a ações positivas. Logo, quando recebemos algo bom, queremos recompensar isso. Justamente por esse efeito é que esse gatilho se tornou muito comum em estratégias de marketing de conteúdo.

Repare quando nós oferecemos e-books ou posts em redes sociais que te passam alguma informação valiosa. A ideia por trás dessa estratégia é fazer com que o consumidor acabe criando uma relação de confiança com a marca. As amostras grátis são outro um exemplo desse tipo de estratégia.

Como saber se os gatilhos estão dando certo?

Em qualquer estratégia de marketing, as pesquisas e os testes são as melhores maneiras de mensurar se algo funciona ou não. No caso do copywriting e dos gatilhos mentais, isso não seria diferente.

Ao apresentar um conteúdo, é fundamental monitorá-lo, analisar seus números, ver o quanto de retorno foi possível. Só dessa maneira é que se pode ter certeza se uma estratégia funciona ou não.

Ao longo deste texto, apresentamos algumas das técnicas mais importantes do copywriting: os gatilhos mentais, que consistem em táticas que visam influenciar o leitor para que ele tome uma decisão.

Desse modo, os gatilhos acabam sendo uma parte crucial de uma copy, já que esse tipo de conteúdo tem sempre o objetivo de levar à concretização da venda.

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