Design thinking – essencial em momentos de crise

Design thinking – essencial em momentos de crise

Você já ouviu falar em design thinking? A cultura da inovação é algo que muitos empreendedores querem implementar em suas empresas, porém não existe uma fórmula mágica e é necessário empenhar-se muito para obter os resultados desejados.

Infelizmente, alguns profissionais não conseguem enxergar situações favoráveis ao crescimento empresarial e não tentam superar esse problema.

Em meio a esse cenário, os empresários que querem sair na frente de seus concorrentes utilizam diversas metodologias e estratégias para inovar em seus processos produtivos.

O design thinking vem ganhando cada vez mais espaço e notoriedade em nossa sociedade e pode ser a solução para as adversidades de sua empresa.

Mas você sabe o que é, como funciona ou quais são as vantagens do design thinking? Continue sua leitura e tire todas suas dúvidas sobre o assunto!

Entenda o que é o Design Thinking

Todas as personas de sua empresa possuem necessidades e especificidades que as diferenciam das demais. Com isso, é preciso criar produtos adequados a todas essas situações.

Isso só pode acontecer quando sua gestão conhece a realidade de cada um de seus clientes e como eles interagem com o mercado.

Atualmente, as pessoas não querem apenas comprar produtos em embalagens coloridas e chamativas. Todos desejam soluções para os problemas de seu dia a dia.

E o design thinking é uma abordagem empresarial que tem como objetivo a organização de informações e ideias a fim de adquirir conhecimento e proporcionar uma boa experiência para seus clientes.

Em outras palavras, o design thinking faz com que a sua empresa atenda às necessidades do mercado da maneira mais eficiente possível, principalmente em momentos de crise.

Aprenda como colocar essa ideia em prática

Agora que você entendeu o conceito, está na hora de aprender como ele deve ser aplicado. Preste bastante atenção nos 4 passos abaixo:

1. Imersão

Etapa inicial em que um empreendimento deve pesquisar todas os dados relacionados à situação em questão. É válido pesquisar por casos parecidos, ler livros e conversar com especialistas para encontrar oportunidades.

2. Ideação

Agora que você já tem todas as informações sobre um determinado assunto é hora de ser criativo, propondo e desenvolvendo ideias para solucionar as dores de seus clientes.

3. Prototipação

Para saber se a sua solução é funcional, crie um protótipo para testá-la. Cada caso vai exigir um teste diferente, por isso fique muito atento e veja se o estudo em análise produz resultados desejáveis e apropriados.

4. Desenvolvimento e aplicação

Caso todo os testes tenham sido bem-sucedidos, é o momento de colocar em prática sua ideia no mercado. Lembre-se de acompanhar o feedback de todos os envolvidos e esteja pronto para fazer alterações a qualquer momento em seu produto.

Descubra os benefícios do Design Thinking

Separamos abaixo algumas vantagens que só o design thinking pode proporcionar para sua empresa, veja:

Soluções funcionais para problemas reais

De nada adianta criar um produto caro e bonito se ele não atende às expectativas funcionais de seus clientes. O design thinking prepara a estrutura de uma gestão para propor soluções tangíveis aos problemas de seus consumidores.

Destaque no mercado

O mercado consumidor é volátil, instável e pode enganar um empreendedor experiente. Desse modo, é preciso acompanhar as tendências de consumo para não ficar para trás.

Com o design thinking, as empresas podem se reinventar e propor soluções atuais, levando em consideração a inovação e a criatividade para se destacar.

Ao produzir produtos que atendam às necessidades do mercado utilizando o design thinking, é possível mudar a maneira como sua empresa aborda os problemas de seus clientes.

Com isso, sua rentabilidade e o número de vendas aumentam. Além disso, fica mais fácil de se encontrar novas oportunidades de crescimento em situações de crise.

Na Pontodesign, especialmente nos últimos dois anos, o design thinking tem sido uma ferramenta muito útil ao avaliar novos caminhos.

Alguns cases de sucesso recentes foram precedidos por sessões de ideação que determinaram caminhos que inicialmente não estavam na mesa para serem discutidos.

O Case da Kombozza foi assim. O Abacaxi feito para a Corgraf e o nome e marca da Manics também são exemplos recentes de como o design thinking pode levar ideais para direções melhores.

E então, o que você acha? Será que o design thinking pode mudar o rumo em algum aspecto, em sua organização? Conta para a gente! Está na dúvida, pergunta pra gente.

Bolão da Copa Cold Stone Creamery

Bolão da Copa Cold Stone Creamery

BRIEFING

A marca de Sorvetes Cold Stone Creamery Brasil viu na Copa do Mundo 2014 uma oportunidade para aumentar a consciência de marca, criar talkability, construir brand awaraness e ampliar sua base de fãs. O desafio era conseguir manter e/ou ampliar o engajamento com as novas regras do Facebook e seus algoritmos que “controlam” os posts na timeline das pessoas, além de criar uma relação memorável com o acontecimento e também aumentar o fluxo de clientes nas lojas em tempos de baixas temperaturas.

SOLUÇÃO

Para criar relação com a Copa do Mundo no Brasil, criamos o Bolão Premiado Cold Stone Creamery, usando como ilustração os Cupcakes de Sorvete customizados, que identificavam por cores e bandeiras, algumas das seleções presentes na competição. A cada jogo foram publicadas postagens no Facebook para incentivar os fãs a palpitarem os resultados das partidas. Foram duas fases: Fase 1 – classificação e fase 2 – oitavas, quartas, semifinais e finais; onde os acertadores do placar e do time ganhador podiam escolher entre vários produtos (como Criações Assinadas, pack de Cupcakes, free upgrade, Mix-Ins e outros) para serem retirados nas lojas, na compra de outros produtos. Além disso, durante a campanha, houveram ações de real time marketing, com posts que brincavam e/ou se relacionavam aos acontecimentos dos jogos, como resultados, eliminação e/ou congratulações. Além de toda a ação online, as lojas foram ambientadas com os Cupcakes temáticos e todo o clima de torcida.

RESULTADO

Em apenas 1 mês a campanha superou todas as médias de interação. Foram 143 posts durante a Copa que geraram 124% de engajamento médio durante o período da campanha e um crescimento de 979% nas interações durante o mês da campanha, se comparado à média de interações dos três meses anteriores. Em apenas um mês a página saiu de 16.271 para 17.795 fãs. Além de todos os resultados as lojas tiveram um aumento notável no fluxo de clientes durante a ação.

Cold Stone Bolão Copa Pontodesign

criação publicitária na mesa

criação publicitária na mesa

Ocorreu semana passada, durante a Semana de Comunicação da Unibrasil, uma mesa redonda sobre criação publicitária com alguns profissionais do mercado. eu fui o moderador e, em minha opinião, foi interessante mas, gostaria de saber de vocês como foi. Alguém foi? Algum tem coragem de dizer a verdade? Em breve irei postar um artigo que estou escrevendo que foi inspirado no bate papo.

site da honda com o filme “hate something”

Apresentei em sala de aula um filme da Honda para o lançamento de um motor a diesel. O pessoal me pediu o filme mas, ao invés disso, mando do link do hot site que tem muito mais informação (além do filme lógico).

Obvio que sou professor e não posso perder a oportunidade de fazer disto uma pequena aula sobre o que é conceito (palavra que sempre complica os alunos em sala de aula). Analisem a frase que abre o site (e que irei traduzir abaixo) isso é conceito, isso é o “statement” que define toda a criação da campanha, vejam:

“E se um motor a diesel fosse construído por alguém que os odeia? Alguém que odeia o barulho deles, a sujeira que eles causam, a falta de resposta que eles tem! Se alguém, conseguisse construir um motor a diesel melhor, isso não seria uma grande crítica?”

site de publicidades antigas

Pessoal, a Patricia me mandou este link e achei bem interessante. É um Blog que mostra várias publicidades antigas como esta do Omo que mostro aqui.

Imagine, a Omo fazendo publicidade de que dá pra lavar a roupa sem sabão! E o Omo é o que?

Pois é, analisando as publicidades antigas encontramos coisas como esta. Coisas do tempo em que a publicidade de sabão em pó tinha que ensinar as pessoas o que era o sabão em pó ao mesmo tempo que explicava que não se precisava jogar a barra de sabão dentro da máquina. Enfim, bem interessante e vale a olhada:

http://www.jave.blogger.com.br